quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Oito dias por semana, não é o bastante para mostrar o quanto eu gosto de você
Acho que você sabe que é verdade.
Espero que você precise do meu amor, baby
Assim como eu preciso de você.
Austero
E desespero se você não me esperar,
Me desespero se você não me esperar.
E feito louco eu não regulo a razão,
Sem perceber eu vou tirando os pés do chão.
Oh! Não.
Mais uma vez, cheguei até aqui.
Não sei dizer o que eu consegui,
Um coração pra se abrigar?
Já não da mais,
Cansei de ser assim... Norma.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Sonho Bom
Acordei de um sonho bom
Que eu queria gravar
Pra poder mostrar pra alguém
Que pudesse apontar
De onde vem esse anjo?
Com quem sonhei?
Reconheço aquele olhar
E o que havia em volta
Mas se é tão familiar
Quero essa resposta
Quem mandou esse anjo?
Com quem sonhei? Diz pra mim...
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Deixa o tempo.
De olhos fechados posso ir ao nosso mundo, esteja eu onde estiver. Posso criar as fantasias num segundo, se eu for segundo sonhador. Se o espelho refletir sua tristeza, não venha me culpar, se as suas lágrimas levarem o seu sorriso, não ponha a culpa em mim. É só lembrar que nesse mundo que criamos, a história só termina se pusermos fim.
Já foi mais fácil ter você, mas quem se importa enquanto ainda tem? Era tão simples perceber, e ao ouvir você chamar, confesso: imaginei que fosse importante. Procurei nos restos... Tarde de mais. Já foi tão certo lhe querer... Nem sempre o certo é o que nos convém. Eu deixei de acreditar em tudo, pois tudo é pouco perto dos fatos. Procurei ser justo... Tarde de mais.
O pouco que sobrou da sua moral hoje dormiu na rua. Tentando abafar parte dos ecos do que aconteceu. Não vai haver ninguém com saudades suas. E a dor pela ressaca da aventura hoje é problema seu.
As coisas vão ficar do jeito que estão, deixa que o tempo sabe o que mudar...
Então é o fim, aqui voltou tudo ao normal, as coisas já estão no lugar e o seu desespero não é mais o meu.
domingo, 22 de agosto de 2010
Desapego
Pra que pular, se não sei o que quero alcançar. Pra que vencer, se não sei quem eu quero derrotar. Eu vou descansar um instante, até reencontrar o meu fim.
Eu não vou mais correr, nada é pra valer. Vou ficar parado com você, meu bem.
Não vou tentar, não vou insistir, não vou lutar... Já me rendi. Meu desapego é meu sossego, meu botequim.
sábado, 14 de agosto de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Sorriso.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Em minha vida.
domingo, 4 de julho de 2010
Não olhe pra trás com raiva.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Tinha aquela foto de um sorriso sincero.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Não queira entender.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
On an island
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Ecce homo. De como a gente se torna o que é.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Sonho de Ícaro
O que sai de mim
Vem do prazer
De querer sentir
O que eu não posso ter
O que faz de mim
Ser o que sou
É gostar de ir
Por onde, ninguém for...
Do alto coração
Mais alto coração...
quarta-feira, 2 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Don't you shiver?
sábado, 22 de maio de 2010
Seaside
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Por que sempre chove em mim?
quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
Viajar...
domingo, 16 de maio de 2010
Novo Começo
Ecce homo.
sábado, 15 de maio de 2010
Causa Perdida
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Pensar é transgredir.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
sábado, 8 de maio de 2010
La petite
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Alter-ego
Foi tudo um sonho isso que passou,
Das coisas que eu presava pouco me restou,
Mas tudo bem, já não me importa mais,
Se está bem, se não tem volta tanto faz.
Quero continuar assim, eu vou ser sempre igual.
Quero tudo só pra mim, eu vou ser sempre assim.
Já não vou ligar, se alguém me falar que eu sou ruim.
O egoísmo tomou conta do meu ser
Hoje eu não estou legal nem quero perceber,
Se está bem, já não me importa mais,
Mas tudo bem, se não tem volta tanto faz.
Quero continuar assim, eu vou ser sempre igual.
Quero tudo só pra mim, eu vou ser sempre assim.
Já não vou ligar, se alguém me falar que eu sou ruim.
sábado, 24 de abril de 2010
Nas cores
Por todos os riscos que nós tivemos passado
Dance comigo, dance comigo nas cores
Do entardecer
Quando você tiver acordado
De todos os seus sonhos quebrados
Venha e dance comigo
Dance comigo nas cores
Do entardecer
Dance comigo nas cores
Do entardecer
Os caminhos em que estamos andando
Eles desabarão atrás de nós
Mas se os deixarmos agora
Eles nunca
Eles nunca nos encontrarão
E se esse mundo gira em torno de si mesmo
Rumo ao pó
Eu quero estar com você
Eu vou estar com você
Nas cores
Quando você começar a esperar novamente
Com os braços bem abertos
Venha, dance comigo
Oh, dance comigo
Nas cores do entardecer
E tudo ficará bem
Ficará bem
Dançando como a água com a luz
Oh, dance comigo
Nas cores do entardecer
Dance comigo
Nas cores do entardecer
quarta-feira, 21 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Ticket To Ride
domingo, 11 de abril de 2010
Através do universo
Nada vai mudar meu mundo.
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