quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Austero

Eu te venero
E desespero se você não me esperar,
Me desespero se você não me esperar.

E feito louco eu não regulo a razão,
Sem perceber eu vou tirando os pés do chão.

Oh! Não.

Mais uma vez, cheguei até aqui.
Não sei dizer o que eu consegui,
Um coração pra se abrigar?
Já não da mais,
Cansei de ser assim... Norma.

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