segunda-feira, 14 de junho de 2010
"...Ele adivinha meios curativos contra lesões, ele aproveita acasos desagradáveis em seu próprio favor; o que não acaba com ele, fortalece-o. Ele acumula por instinto tudo aquilo que vê, ouve e experimenta à sua soma: ele é um princípio selecionador, ele reprova muito. Ele está sempre em sua própria companhia, mesmo que esteja em contato com livros, pessoas ou paisagens: ele honra pelo ato de selecionar, pelo ato de permitir, pelo ato de confiar. A todo tipo de estímulo ele reage lentamente, com aquela lentidão que uma longa cautela e um orgulho desejado inculcaram nele - ele testa o estímulo que se aproxima; ele está longe de ir ao encontro dele. Ele não acredita no "infortúnio" nem na "culpa": ele dá conta de si mesmo e dos outros; ele sabe esquecer... Ele é forte o suficiente a ponto de fazer com que tudo tenha de vir para o seu bem..."
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